Minha viagem a Bogotá, Medellín, Quito e Guayaquil(cheguei a Bogotá em 06/08/08 e voltei a Brasília em 14/08/08)08/08/2008Dia 06, quarta-feira à tarde, cheguei a Bogotá! Fazia quase um ano que eu pensava em vir para cá, mas sempre algo atrapalhava: ou não dava para viajar por causa do trabalho, ou eu estava sem coragem suficiente, ou a previsão do tempo era de chuva... Vim, para variar, sem reserva de hotel e sem muito planejamento prévio. Pelo menos nas minhas viagens, gosto de seguir a intuição... e quase sempre dá certo. Minha única preocupação maior foi de chegar aqui durante o dia: já cheguei a cidades desconhecidas à noite, com o aeroporto já quase fechado, e não foi das minhas experiências favoritas... ;-) Durante o voo, uma bela e simpática peruana sentou ao meu lado, e conversando com ela descobri para que hotel eu iria: um tal de “Dann Carlton” (não para mesmo que ela: havia 3 hotéis desta rede na cidade, ela iria para o do norte, e eu resolvi ir para um dos que ficavam no centro da cidade). Ao chegar ao aeroporto, descobri que quem dava as informações turísticas era a polícia mesmo, e um policial todo amável me levou ate o ponto do taxi pré-pago onde, pelo equivalente a somente 10 reais, fui para o meu hotel. E que tal Bogotá? Eis os pontos que me chamaram mais a atenção: 1) as mulheres! Aqui é, disparadamente, a cidade latina com mais mulheres bonitas (para o meu gosto) que jamais vi! Não falo tanto de mulheres necessariamente lindas, mas de mulheres que sejam pelo menos "bonitinhas" ou "bonitas" (tanto de rosto quanto de corpo)... aqui dá de 10 em qualquer cidade brasileira ou argentina... E o que mais chama a atenção não é somente as mulheres bonitas: é a quase inexistência de pessoas feias de fato - sejam mulheres ou homens, sejam pessoas mais jovens ou mais idosas! E olhem que andei pelos mais variados locais, andei por áreas de fato pobres da cidade (semi favelas), usei ônibus cheios por paradas já mais suburbanas, e portanto não era questão de classe social não... E antes que me perguntem (já que a maioria de vocês é do sexo feminino): duvido que os homens fossem chamar muito a atenção de vocês. Há, como eu disse, muito menos homens feios de fato do que no Brasil, mas não acho que haveria muitos que vocês fossem considerar bonitos de fato... seriam quase todos "nem muito bonitos nem muito feios". 2) os ônibus! Em nenhuma cidade do mundo, de todas que visitei até hoje, eu havia visto uma variedade tão grande de tamanhos, modelos/estilos e cores de ônibus! Tamanhos, há todos que vocês possam querer: de alguns que estão mais para vans, passando a alguns que são verdadeiros ônibus mas são bem curtinhos, e chegando aos ônibus grandes articulados do sistema "Transmilenium" deles. Os modelos (que vão desde aqueles ônibus estilo "ônibus de colégio norte-americano" ate modelos meio futuristas) e as cores e pinturas são tão variados que só mesmo vocês vendo depois as fotos que tirei. Aliás, para mim, uma das atrações turísticas de Bogotá foi ficar parado no meio de uma grande avenida vendo todos aqueles ônibus fascinantes indo para lá e para cá... 3) os produtos diferentes nos supermercados, como as gelatinas e as frutas. Para uma pessoa como eu, que adora ver e comprar coisas diferentes nos supermercados, os daqui são o paraíso! Pela primeira vez, em todos os quase 40 países que visitei, vi um país que tem talvez mais variedade de sabores de gelatina que o Brasil! Comprei 6 sabores inéditos, e consegui com o gerente de um supermercado permissão para fotografar toda a seção de gelatina deles! ;-) A variedade de refrigerantes, de "danoninhos", etc. deles também é enorme... E as frutas? Aqui sim tem várias frutas diferentes, como os tais de "zapote" (nada a ver com sapoti) e "lulo", que eu comprei, e que jamais havia visto. E eles têm as frutas diferentes sem deixar de ter, também, quase todas as frutas que costumamos ter nos nossos supermercados... 4) a segurança! Acho que jamais havia me sentido tão seguro em uma cidade latino-americana. Aliás, não me sentiria seguro assim em nenhuma cidade brasileira com mais de 200.000 habitantes. Nunca havia visto tantos policiais e/ou guardas em nenhuma cidade do mundo. Há deles em tudo que é canto... e eles têm uma cara bem tranquila, e qualquer coisa que se queira saber alguma informação é só perguntar a eles. As pessoas passeiam por todos os locais que andei visivelmente tranquilas e despreocupadas... aliás, o povo aqui é visivelmente mais bem-humorado, e com cara menos estressada, do que no Brasil. Impressionante como uma cidade outrora tão violenta como Bogotá pode ter melhorado tanto... 5) e é tudo assim tão perfeito? Claro que há defeitos... vejamos alguns: - o clima daqui, que é na maioria das vezes encoberto, e onde dias ensolarados não são muito comuns... - a cidade tem pouquíssimo verde... é uma cidade que se poderia dizer "devastada" em termos ecológicos, praticamente sem parques e sem praças de fato bem arborizadas. E tem vastas áreas (como eu pude ver bem tanto do avião quando do super mirante deles) sem uma arvorezinha sequer, parecendo uma cidade num deserto. (Isso enquanto, curiosamente, a montanha onde fica o mirante, bem junto ao centro, é cheia de árvores grandes e frondosas.) Mas também vocês queriam o que? Uma cidade toda segura, sem gente feia, com um povo todo simpático, com uma temperatura sempre agradável, com uma ótima variedade de produtos nas lojas (alimentos, eletroeletrônicos, roupas, etc.) e ainda toda bonitinha e arborizada??? Seria querer demais! ;-) Bom, e o que andei fazendo por aqui? Na quarta feira, andei um pouco pela cidade ainda no final da tarde, e de noite descobri que meu hotel estava no ponto de maior concentração de universidades que jamais vi na vida... Adorei, nunca tinha visto tantos universitários juntos na vida... aquela pirralhada toda animada, na parte colonial da cidade (que estava toda bem conservada e reformadinha), com aquela iluminação amarela, dava um ar de fato mágico! Na quinta, que era um feriado nacional, fui dar uma volta e acabei indo parar na praça principal da cidade, cheia de gente toda alegre... E como brinde inesperado, uma fantástica exposição de carros antigos, dos anos 30 aos anos 60, das mais variadas cores e modelos, e num estado de conservação impecável (e alguns deles, conversíveis, com motoristas e acompanhantes vestidos a caráter e tudo). Fui ainda dar uma volta a pé numa parte mais velha e pobre da cidade (que em termos de renda seria como uma São Sebastião do nosso DF), e depois fui ao Mirante de Monserrate. No Mirante, pela primeira vez em alguns anos senti minhas mãos e orelhas congelarem, com aquele ventinho frio. Curioso que no corpo mesmo eu estava até bem e sem frio. Eis um dos motivos pelos quais vocês quase nunca me verão com roupas mais quentes: eu sinto frio, de fato, é nos pés (esses eu protejo), nas orelhas (difícil proteger) e nas mãos (e homem de luvas não pega bem!). Mas esta sensação de algum frio, como já percebi em outras ocasiões, é até gostosa e ajuda a dar mais "clima emocional" ao lugar... Já de noite, ainda deu tempo de ir ao maior shopping da cidade... Não sem antes errar o momento de trocar de linha de ônibus do sistema Transmilenium (só 10 minutos depois fui ver como era fácil entender o mapa das linhas). Mas errar foi até bom, me permitiu ver novas áreas de Bogotá, e voltei ao ponto certo rapidinho, pois o ônibus era circular... e ainda de quebra vi mais daquelas belas colombianas que estão em tudo que é ônibus do Transmilenium... Na sexta de manha, peguei o Transmilenium de novo para ir a uma parte mais nova de Bogotá... rodei por partes bem modernas e diferentes, algumas das quais mais pareciam partes modernas de cidades de países de colonização inglesa, ou partes de cidades dos EUA. Para logo em seguida, em poucas ruas, me ver em partes que, agora sim, finalmente lembravam partes de cidades brasileiras... Depois voltei ao algo envelhecido centro da cidade, com seu estilo bem sui generis e um ar meio que de anos 70. Voltei ao hotel praticamente em cima da hora (eu havia me programado para voltar em cima da hora mesmo, afinal, tinha que aproveitar o máximo o meu pouco tempo de manhã). Pedi para o hotel chamar o taxi, mas após 10 minutos de espera, vi que era melhor não esperar: o trânsito ali naquela área estava todo parado, e se ficasse ali esperando, perderia meu voo. Resolvi descer correndo a pé com minhas malas até uma avenida, umas 7 quadras abaixo, que eu sabia estar sempre com transito mais fluido... e ao pegar o taxi lá, eu soube que estava tendo uma manifestação de caminhoneiros... Ou seja, foi bem sábia a minha decisão de não esperar no hotel. Acabei chegando ao aeroporto 45 minutos antes do voo, mas descobri que não estava nem um pouco atrasado para um voo local que nem fila de check-in tinha... 09/08/2008Na sexta-feira na hora do almoço fui de Bogotá para Medellín, a segunda maior cidade da Colômbia. Como o aeroporto é bem distante da cidade (uns 50 minutos de carro, se não me engano), peguei uma van para ir até o centro da cidade. E encontrei uma cidade totalmente diferente de Bogotá, em quase tudo... O povo é completamente diferente, e a arquitetura e o “jeitão” da cidade são também totalmente diferentes... Medellín, ao contrário de Bogotá, tem um metrô de verdade, embora seja um metrô não subterrâneo – as linhas ficam acima do nível das ruas. É uma cidade cercada por muitos morros, alguns com favelas (embora diversas sejam favelas bem arrumadinhas e fotogênicas). Outros morros são repletos de edifícios residenciais bem altos, como se fosse uma Águas Claras (bairro de Brasília) mais bela e mais futurista e construída na base de montanhas. Logo que cheguei e me instalei no hotel, vendo que estava uma tarde de sol, e sem saber se o dia seguinte também seria bonito (aliás, acabou não sendo), não perdi tempo e tratei de ir logo a um dos mirantes da cidade. O mirante é no ponto final de uma linha de teleférico, sendo que o teleférico faz parte do sistema de metrô, tendo várias estações no morro e servindo à população do mesmo. Porém, no metrô, a caminho do mirante, vi que uma estação, a "Universidad", tinha uma das paisagens mais diferentes que já vi... (sendo as estações do metrô elevadas, elas não raro propiciam belas vistas panorâmicas). Saltei ali mesmo na estação, fiz algumas fotos (vai que o tempo fechava mais tarde) e só depois fui ao mirante. E na volta do mirante... saltei de novo na estação! E a vista era de fato maravilhosa... primeiro, a vista das ruas embaixo, cheias de gente caminhando, e principalmente cheias de lindos ônibus, de todas as cores e tamanhos, na rua... Impressionante como as cores dos ônibus ajudam a dar vida a uma cidade! Não entendo por que, em algumas cidades, insistem em obrigar os ônibus a serem de algumas poucas cores sem graça... E outra vista maravilhosa que eu tinha a partir da estação de metrô “Universidad” era a da favela que havia em uma montanha próxima. Mas a favela, no ângulo que eu a estava vendo, e com o sol na posição que estava, mais parecia uma daquelas estranhas cidades africanas com casas feitas de barro (embora na verdade fossem de tijolo, pois era uma favela bem arrumadinha). Eu estava vendo uma das paisagens mais fascinantes que já desfrutei de qualquer mirante... e eu não estava em nenhum mirante "turístico"... eu devia ser o único turista ali... muitas vezes, os lugares mais interessantes não fazem parte dos circuitos tradicionais... Pena que era daquelas visões que uma máquina não consegue captar direito... Em relação a muitas coisas, parodiando a famosa frase, “o essencial é invisível aos olhos”, "o essencial é invisível às lentes." ;-D Outras lembranças de Medellín: - fiquei no Hotel Nutbara, num dos maiores quartos que já fiquei na vida... e com o maior banheiro no qual já fiquei na vida... - as pessoas de Medellín já são bem diferentes das de Bogotá. Em Bogotá não vi pessoas feias, mas em Medellín havia muitas, quase todas de origem indígena e aspecto mais humilde do que as de origem europeia... - o aeroporto de Medellín é um dos mais bonitos, fotogênicos e agradáveis que já vi. Chamou-me a atenção ainda o fato de ser o único aeroporto que já vi que vende coisas baratas. Havia por exemplo um quiosque todo chique vendendo copinhos de frutas variadas, por um preço incrivelmente baixo. Itens como água mineral, etc., eram incrivelmente baratos. O aeroporto dos sonhos, se não fosse a grande distância até o centro da cidade... 10/08/2008Sábado no final da tarde peguei o avião para Quito, a capital do Equador. Adoraria passar mais tempo em Medellín, mas não havia voo no domingo... Em viagens às vezes é assim, você gostaria de ficar 2 dias em um lugar, porém tem que escolher entre ficar só 1 ou ficar 3... Bom, logo que cheguei, dei uma voltadinha pela região próxima ao hotel. No dia seguinte, domingo de manhã, descansei e finalmente comecei a fazer as anotações deste diário de viagem. Só comecei a andar de fato lá pelas 15:30h... O dia estava bem encoberto, e estava quase tudo fechado (é uma cidade que domingo é tão ou mais vazia que Brasília). Resolvi subir a pé até a rua de prédios altos que fica no topo da parte norte da cidade... E, sem querer, próximo ao numero 2600 da avenida (esqueci de anotar o nome) encontrei um local que tinha uma vista maravilhosa (novamente, uma bela vista fora dos circuitos clássicos). Depois, fui passear em um dos maiores shoppings da cidade. Outros pontos: - Quito é uma cidade bem mais interessante, bem mais desenvolvida e muito mais cheia de prédios altos e modernos do que eu pensava. É interessante como os livros de turismo e a imprensa sempre tendem a mostrar certos países como mais atrasados do que de fato são... Sempre se mostra o lado mais “típico”, e raramente se mostra bem o lado mais “normal” e moderno do país... - as mulheres, ao contrário das colombianas, são em sua maioria feias e sem graça, embora eu tenha visto algumas poucas que, ao contrário, eram "de babar" de tão interessantes... - os ônibus são todos de cor azul, feios e sem graça. Que diferença para os ônibus lindos, variados e coloridos de Bogotá e de Medellín! - achei tudo muito barato: os táxis, os produtos de supermercado... - havia uma parte da cidade onde havia lindos cafés... para variar, tal como em Buenos Aires, várias casas noturnas totalmente lindas e diferentes... uma coisa que em Brasília a gente nunca encontraria... - comprei num supermercado frutas até então desconhecidas para mim: naranjilla, tasco (pelo visto um parente de maracujá, mas bem alongado), tuna (fruta feia do tamanho de uma ameixa e com gosto meio que de melancia), e granadilla... nenhuma delas com sabor digno de nota... 11/08/2008Na segunda-feira, quando acordei, resolvi ir para Guayaquil, já que em Quito o tempo estava feio... Meu plano era ir a Guayaquil e depois voltar a Quito, já que meu voo de volta saía de Quito. Peguei um taxi e por uns 5 dólares apenas eu estava no Aeroporto... o voo das 11h da manhã estava em fila de espera, mas comprei passagem sem dificuldade no voo das 11:30... Fui de AeroGal, e como imaginava, as melhores vistas eram no lado esquerdo do avião (lado esquerdo para decolar e lado direito para aterrissar) Guayaquil é a maior cidade e também a “capital econômica” do Equador. É, por assim dizer, a “São Paulo” deles. (Quito, a capital do país, é a segunda maior cidade). Achei curioso o quanto que Guayaquil e Quito são cidades completamente diferentes... nem parecem ser o mesmo país. A cidade em si é simpática, e tem bem mais cara de metrópole de fato do que uma Fortaleza ou uma Recife, por exemplo, com um centro mil vezes mais desenvolvido e moderno do que o destas duas cidades... Por outro lado, curiosamente, quase não tem edifícios residenciais altos. E se é para comparar cidades, o fato é que todas as 4 cidades que visitei - Bogotá, Medellín, Quito e Guayaquil - estão bem melhores do que um brasileiro provavelmente imaginaria . E nenhuma destas 4 cidades tem cara de estar decadente, ao contrário do que vi em Buenos Aires e em Montevidéu, na minha viagem de 2006. A parte boa de Guayaquil: - o belo “Malecón” (um Pier), e as diversas coisas que têm ao longo dele... - a coisa mais interessante e diferente de Guayaquil, na minha opinião, é a praça que fica em frente à enorme e linda Catedral... seria uma praça normal não fosse o fato de ser cheia de enormes iguanas, que ficam andando para lá e para cá (*) e nem se importam com as pessoas (dá para tocar na boa nas criaturas, e até tentar "fazer carinho" na cabeça delas, embora a maioria delas estejam nem aí se as estamos tocando ou não). (*) na verdade, na maior parte do tempo elas ficam paradas, ou no chão ou em cima das árvores (até então, eu não sabia que iguana dava em árvores... mas ficam lá aos montes, como se fossem frutos)... Mas tem sempre algumas caminhando para lá e para cá, para o prazer dos turistas... ontem até flagrei duas iguanas em "momento intimo"... A parte ruim: - o razoável calor (fazia bem 1 ano que eu não sentia calor de fato, e ontem e hoje senti); - a pouca variedade de produtos nos supermercados, e até nas vendinhas/quiosques (nunca vi, por exemplo, uma variedade tão ínfima de chocolates, e olha que tentei achar)... - a falta de beleza dos habitantes.No começo deste diário, falei sobre a grande beleza das mulheres de Bogotá. Eu fiquei com medo de voltar a Brasília mal-acostumado, mas tudo se resolveu, pois... - em Medellín as mulheres já eram bem menos belas que em Bogotá, e alias já havia muita gente muito feia (tanto jovens quanto idosos, quanto homens quanto mulheres) mas ainda havia muitas mulheres bem interessantes... - em Quito, a coisa voltou a piorar... ainda vi umas poucas mulheres muito interessantes, mas na média o pessoal é mais feio que no Brasil... - finalmente, em Guayaquil, eu só vi UMA mulher interessante de verdade... e ela estava batendo fotos numa praça, ou seja, era turista! Guayaquil é a cidade com menos gente bonita de todas as cidades sul-americanas que já visitei! Mulheres feias de rosto e de corpo... - uma curiosidade: tanto na Colômbia quanto no Equador as mulheres não fazem reflexos nos cabelos, nem têm mania de afinar demais as sobrancelhas (ao contrário do que ocorre no Brasil). Pena que no caso das equatorianas isso não ajude muito... - os ônibus também são muito feios e sem graça, tal como os de Quito... Em suma, uma cidade simpática mas onde a beleza dos habitantes e o padrão sem graça dos ônibus é que não colaboram muito. Outros pontos: - cheguei a Guayaquil num dia com mormaço no começo do dia, sendo que depois, a partir de lá pelas 14h, abriu um sol ainda que meio irregular... caminhei pelo Píer, e depois fui ao Farol... curioso que não me senti tão bem... foi o primeiro dia da viagem que não me senti tão bem... seria, talvez, efeito do calor? Aqui foi o primeiro dia de calor de fato, e parece-me que sou muito vulnerável, tanto física quanto psicologicamente, a este tipo de “calor úmido”... - interessante que as vistas mais empolgantes eram as que eu tinha no Malecon, e não as que eu tinha a partir do Farol, embora ele fosse mais elevado e portanto um mirante mais “clássico”... 13/08/08Na quarta feira na hora do almoço, peguei o avião de Guayaquil para Quito. Como eu deixaria Quito no mesmo dia, num voo à noite, deixei minha bagagem no guarda-volumes do aeroporto. E peguei um táxi para finalmente ir conhecer o centro colonial de Quito (no qual eu não havia chegado a ir antes). Um centro colonial realmente grande e interessante, até por ter no meio ruas com carros e grandes ônibus passando... dá um contraste interessante em relação a outras cidades com centros coloniais sem trânsito... Depois fui à enorme e majestosa “Basilica del Voto Nacional”, uma das maiores e mais interessantes igrejas que já vi. Subi em uma torre da Basílica da qual pude ter uma linda visão panorâmica tanto da parte moderna quanto da parte antiga da cidade. E isso compensou em parte o fato de eu não ter acabado num subindo no teleférico de Quito: como o tempo continuava bem nublado, vi que não fazia sentido tentar ir ao teleférico, pois mesmo que ele estivesse funcionando com aquele tempo, eu não teria uma boa vista de lá... Finalmente, à noite peguei o avião de Quito para Lima, e após a pequena escala em Lima, fui para São Paulo, e de lá voltei a Brasília. The end! Augusto
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