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 Como melhorar o som que você ouve 
 Dicas sobre Som para Leigos - Parte 2 
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Bem-vindo à segunda parte destas páginas de dicas sobre som. Se você chegou aqui antes de passar pela página inicial, sugiro começar sua visita por ela. Lá você encontrará o índice de assuntos, o porquê de estas páginas terem sido feitas e os motivos pelos quais VOCÊ DEVE LER estas páginas!

Não importa qual o seu gosto musical, nem se seu aparelho é um velho 3x1 ou um moderno modular: com alguns simples cuidados, por vezes é possível extrair de um aparelho simples um som bem melhor do que o de um aparelho muito mais caro!

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Antes de você enviar suas dúvidas, gostaria de dizer-lhe que infelizmente não entendo de componentes modulares específicos nem de som automotivo!



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  1. Potência não é tudo: e a sensibilidade das caixas ?



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  2. Dicas sobre MP3

    As nossas dicas sobre MP3 estão em uma página separada !

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  3. Gravando CDs de Áudio

    Existem diversos gravadores de CD, de dois tipos básicos:
    A Philips lançou o gravador de CD's regraváveis. O aparelho pode ser ligado a uma aparelhagem de som comum e permite gravar CDs com a facilidade com que se grava uma fita cassete.
    O problema é que os CDs regraváveis são menos reflexivos que os CDs comuns, e assim não podem ser lidos na maioria dos CD players atualmente existentes. Ou seja, se você der um CD regravável de presente para um amigo, ele provavelmente não conseguirá ouví-lo, exceto num drive de CD-ROM.

    Os gravadores de CD-ROM para uso em microcomputadores podem também ser usados para gravar CDs de áudio. Para que estes CDs possam ser lidos em todos os CD players normais, é necessário utilizar CDs não-regraváveis (ou seja, usar CD-R e não CD-RW). Alguns detalhes: 



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  5. Sobre os sistemas de gravação digital (DAT, DCC, Minidisc):

  6. Na tabela abaixo comparo sumariamente os quatro sistemas de gravação digital:
    DAT=Digital Audio Tape
    DCC=Digital Compact Cassette (Obs: a Philips descontinuou a produção do DCC)
    MD = Minidisc
    CD-RW = CD Regravável

    Prós
    Contras
    DAT
    Gravação com qualidade de CD.
    Não permite acesso aleatório das músicas.
    Custo elevado do aparelho.
    Obs: não é compatível com fitas K-7 comuns (não grava nem reproduz).
    DCC
    -
    Não permitia acesso aleatório das músicas.
    Fazia compressão dos dados.
    Não era 100% compatível com fitas K-7 comuns (reproduzia mas não gravava).
    MD
    Permite acesso aleatório, como um CD.
    O disco fica num "case" plástico, protegido contra sujeira e arranhões.
    Recursos avançados de edição das músicas.
    Minidiscs virgens são baratos (menos de US$ 2 no exterior).
    Faz compressão dos dados.
    Não permite cópia direta dos arquivos de ou para um microcomputador.
    CD-RW
    Gravação com qualidade de CD.
    Provável compatibilidade com os CD players que vierem a ser fabricados.
    Tal como o CD comum, é facil de sujar e/ou riscar.
    Poucos recursos de edição após a gravação.
    Não é compatível com a boa parte dos CD players atualmente existentes.

    Por "compressão de dados" entenda-se que nem toda informação presente no CD original é gravada, tanto no DCC quanto no Minidisc.
    Afirma-se, porém, que num aparelho de som americano médio (equivalente talvez ao considerado como "topo de linha" no Brasil) não seria possível diferenciar qualquer um dos dois do CD original.
    Ademais, é nossa opinião pessoal que quem acha o som de um minidisc ruim teria que deixar de ouvir boa parte dos CD's vendidos no Brasil, já que estes são gravados/mixados com qualidade às vezes péssima. Para mim, um minidisc gravado num bom aparelho (com tecnologia de compressão ATRAC de última geração), a partir de um bom CD, soa muito melhor que muitos CDs por aí.

    O que prejudica o minidisc no Brasil é o preço. Um minidisc virgem aqui custa caro. Em Nova Iorque, em lojas sérias, sai por uns 2 dólares a unidade. Quanto ao preço do aparelho, um bom deck (trazendo inclusive recursos como pitch) já está custando menos de 250 dólares nos EUA.

    Saiba mais sobre o MiniDisc visitando este site: The MiniDisc Community Page (em inglês) - tudo, mas tudo mesmo, sobre o MD.
    Para comprar minidiscs e acessórios, tente este site: Minidisco.

    A Philips anunciou em 1997 a descontinuação do DCC. Com isso os preços dos aparelhos novos ainda em estoque nas lojas despencaram absurdamente. Em substituição ao DCC, a Philips lançou em 1998 o gravador de CD's regraváveis.

     

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  7. Qual a melhor fita K-7 ?

     

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  8. Que tipos de aparelho posso conectar ao meu som ?

    Através de uma entrada que pode ter vários nomes ("CD", "Auxiliar", "Aux", "Tape", "Line in" ou "DAD"), você pode conectar praticamente qualquer aparelho (CD player, DAT, minidisc, gravador de rolo...), com exceção de toca-discos de cápsula magnética e alguns componentes mais sofisticados.

    O toca discos de cápsula magnética requer uma entrada especial, chamada "phono". 


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  9. Posso usar meu aparelho como fonte de som p/ outros mais potentes?

    Mesmo que seu aparelho não tenha uma saída do tipo "Line out" ou "Tape out" ou "out", você pode conectá-lo através da saída para headphones, se ele tiver uma. O sinal que sairá pela saída de headphones não será tão puro, mas você pode minimizar o problema tomando os seguintes cuidados, em relação ao aparelho que servirá de fonte emissora (1) colocando o volume do aparelho emissor numa posição intermediária; (2) fazendo o mesmo com o controle de graves/agudos; (3) desligando todos os controles do tipo "surround", "bass boost" e similares. Deixe para ajustar o som no aparelho receptor. 


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  10. Importação de aparelhos de som pelo correio.

    Você pode importar pelo correio, pelo regime de tributação simplificada (consulte a alfândega para saber o limite em vigor), pagando o imposto de importação (alguns estados cobram também ICMS).
    Não encontrei ainda bons sites para compra de aparelhos de som on-line, embora eu conheça inúmeros ótimos sites para se comprar CD's.

    O pagamento seria via cartão de crédito internacional. Conforme o método de entrega, você pode ter que pegar a mercadoria no Correio, pagando lá o imposto, ou ter a mercadoria entregue na sua casa pela transportadora (FedEx, por exemplo) que debita do seu cartão o valor do imposto.

    Obs: você pode ter alguns problemas. Certa vez um par de caixas de som que importei chegaram no Aeroporto de São Paulo, ao invés do da minha cidade (Brasília), fazendo com que a mercadoria tivesse que ser liberada lá; um equipamento meu que chegou via SP pagou, além do imposto de importação, ICMS, pois lá este imposto é cobrado. 

    Prós da importação: (1) o aparelho pode chegar a você, mesmo com o frete e o imposto, bem mais barato do que se fosse comprado aqui; (2)  você terá a oportunidade de comprar equipamentos não vendidos no Brasil. 

    Contras: (1) aparelhos importados por pessoas físicas, mesmo se fabricados por uma empresa que exista no Brasil (ex: Sony), muitas vezes não têm garantia; (2) dependendo do aparelho, o eventual conserto pode ter um custo inviável. Uma vez, me deram em São Paulo um orçamento de 1.500 reais por um conserto que acabei fazendo em Nova Iorque por 160 dólares - acredite se quiser!


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  11. Glossário de termos / Abreviaturas

    Abreviaturas:


  12. Glossário de termos: 


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  13. Tópicos Diversos



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  15. Outros sites sobre Som (Som em Geral e Som Automotivo)

     

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  16. Você pode ter algum grau deficiência auditiva e nem saber!


    Você pode ter algum grau deficiência auditiva e nem saber! As músicas atualmente te parecem menos vivas do que te pareciam antigamente? Ou ainda, você parece ouvir um pouco melhor com um ouvido do que com o outro? 

Muitas pessoas acabam por sofrer da chamada PAIR - Perda Auditiva Induzida por Ruído. Se você gosta de ouvir música muito alta com headphones, ou se você já foi muito (ou ainda vai) a locais com som muito alto (shows ao vivo, boates, etc), você é um candidato...

É sempre uma boa idéia fazer uma audiometria de vez em quando!

Se você de fato tiver alguma perda em um ou em ambos os ouvidos, você não pode perder as dicas desta outra página.

(este item 12, sobre perda auditiva, foi repetido propositamente nas páginas som1.htm e som2.htm)  

 


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© Augusto Cesar B. Areal, 1997-2004.

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Agradecimentos especiais a
Ana Maria Amarillo Bertone,
Adalberto J. F. Oliveira e
Luís Carlos da Silva Gonçalves Júnior,
que (como leigos) revisaram nossos textos.


Primeira versão disponível em: 12/07/96
Última revisão: 2004